BH instala banheiros públicos autolimpantes no hipercentro; inauguração começa neste mês
- Diogenes Régis
- 20 de jan.
- 2 min de leitura
A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) iniciou a instalação de banheiros públicos automatizados e autolimpantes no hipercentro da capital mineira. A novidade promete solucionar a antiga falta de instalações sanitárias na região central, oferecendo equipamentos modernos e autônomos.

Funcionamento e tecnologia
Os banheiros, fabricados em aço inox, contam com um sistema automatizado que realiza a limpeza após cada uso. O funcionamento é autônomo, eliminando a necessidade de funcionários para monitorar ou higienizar os equipamentos.
Cada usuário terá um limite de 15 minutos por utilização, e o sistema inclui recursos como instruções por áudio, sensores de presença e botão de emergência para garantir segurança e acessibilidade.
Localizações e prazos
Os primeiros dois banheiros serão inaugurados ainda em janeiro, com a previsão de que todos os cinco equipamentos estejam operacionais até março de 2025. As instalações estão previstas para as seguintes localidades no centro:
Avenida Olegário Maciel
Praça Afonso Arinos
Rua Arão Reis
Rua Paulo de Frontim
Rua Rio de Janeiro
Há também a possibilidade de instalação de um sexto banheiro na Praça do Papa, no bairro Mangabeiras, caso o contrato seja ampliado.
Investimento e atrasos
O projeto é fruto de um contrato firmado em novembro de 2024 com uma empresa de Santa Catarina, especializada nesse tipo de equipamento. O investimento é de R$ 1 milhão por ano, contemplando o aluguel e manutenção dos banheiros.
Segundo o secretário adjunto de Política Urbana, Pedro Maciel, a entrega sofreu atrasos devido a problemas na produção, mas a previsão de instalação está mantida. “Os banheiros são personalizados para atender às necessidades específicas da cidade, o que demanda um processo de fabricação exclusivo”, afirmou.
Impacto e expectativas
Inspirado em modelos utilizados em cidades como Paris, o projeto visa aumentar o conforto e a segurança de moradores e visitantes no hipercentro de BH, além de reduzir problemas com a falta de higiene em espaços públicos. A medida é vista como um avanço para a infraestrutura urbana da capital.
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